05 dez
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Minha visão sobre a maternidade

 

Olá a todos,

Hoje eu vim falar um pouco sobre como eu vejo a maternidade. Cada mãe tem uma expectativa e uma visão diferente, umas nasceram para ser mãe e outras aprende a ser com a vivência do dia-a-dia.

Desde pequena, a mulher é “treinada” para ser mãe e dona de casa kkkk. Os seus brinquedos são sempre bebes bonecas e utensílios de cozinha. Comigo não foi diferente, adorava brincar de casinha onde eu era quem cuidava de tudo, e tinha meu bebe para cuidar também. Amava trocar as roupinhas e cozinhar as folhas que pegava no jardim da minha mãe.

Quando ainda somos crianças não temos a noção da dificuldade que é cuidar de uma casa e dos filhos. Eu cresci querendo casar e ter filhos mas nunca (apesar de sempre me falarem de como é difícil) imaginei como é trabalhoso essa tarefa.

Enfim, me casei e já enfrentei a primeira “dificuldade” kkk. Você lidar com a pessoa que você escolheu para passar todos os seus dias juntos não é que nem vemos nas novelas e filmes, requer calma e paciência além de aprender a ceder para a boa convivência. Sim, a gente tem que aprender a passar por cima de certas coisas para evitar uma briga desnecessária. Claro que na prática as vezes as brigas ocorrem porque nenhum dos dois querem ceder. Assim, entre uma briga e outra a gente aprende a conviver com o seu “príncipe encantado” (que depois do casamento você percebe que de encantado não tem nada kkkk).

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Daí o casal decide que é a hora de vir os filhos. No meu caso programei tudo com meu marido, foram muitas conversas e consultas com a minha ginecologista para estar bem de saúde e preparada para essa nova fase. Mantive tudo em segredo, principalmente da família, pois não queríamos levantar expectativas e cobranças caso demorasse para acontecer. Aconteceu muito mais rápido que imaginei, nossa primeira tentativa e engravidei. Pegar o resultado do exame BHCG positivo foi mágico, maravilhoso. Não conseguia chorar, apenas começou a passar um filme na minha cabeça de tudo o que vivi na infância, nas minhas brincadeiras de boneca.

Apesar de ter tido uma gestação conturbada, com alguns problemas de saúde (apesar de todos os cuidados que tive antes) e a alteração de hormônio que deixa a mulher numa TPM prolongada (dura a gravidez inteira L) curti muito o barrigão. Amava me ver no espelho e acariciar a barriga, sentir meu filho no meu ventre. De todos os comentários que ouvi a respeito de se sentir grávida, o que mais achei verdadeiro foi se sentir plena em poder gerar uma nova vida. Isso é divino, encantador. Cada mexida do JP na barriga era uma dádiva que não consigo achar palavras para descrever.

Chegando perto do parto me vi diante de uma realidade que só fui descobrir nas minhas sessões de terapia (tive Depressão Pós Parto e por isso comecei a fazer terapia com uma psicóloga): eu queria estar grávida e não estava nenhum pouco para ser mãe, e são duas coisas completamente diferentes. Tive contrações durante dois dias e falava para mim mesma que não era nada demais, que não era a hora dele nascer. Até que ficaram mais intensas e fui para a maternidade para ter meu JP.

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Ser mãe é de longe a função mais difícil que estou desempenhando. É diferente de tudo que imaginei, que li, que vi, que presenciei. Quando te dizerem “quando você for mãe, você entende” é a mais pura verdade. Só sendo mãe para saber.

Aquele amor que os filmes pregam, que surge assim que seu bebe sai de você, isso não existe (na minha opinião) e isso me fez sentir mal porque os dias iam passando e eu não sentia como todo mundo fala, que é amor incondicional desde a hora do nascimento. Você e seu filho são estranho um para o outro, estão se conhecendo e construindo esse amor. Hoje eu amo o João Pedro incondicionalmente, mas esse amor foi construído conforme íamos nos conhecendo.

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Eu achava que aguentaria tranquilamente a noites sem dormir, já que tive tantas noites em claro antes dele nascer. Essa noites em claro com o bebe são infinitamente diferentes. Quando você não dorme por uma insônia ou qualquer outro motivo não tem a obrigação de cuidar de um ser que não sabe fazer nada sozinho. São noites cansativas, estressantes. Você tem que amamentar e isso dói e muito (dói o peito e dói a cirurgia, já que o útero está se contraindo para voltar ao tamanho normal), tem que tentar identificar o choro do bebe porque até então você não sabe o motivo do choro. E no outro dia parece que você foi atropelada por um caminhão vinte vezes. Meus primeiros dias com o JP tentava descobrir de onde tinha saído a história que amamentar era uma prova de amor, já que eu achava que era uma sessão de tortura kkkk (amamentava com lágrima nos olhos de dor).

Só que os dias passam, as fases mudam, eles crescem. Hoje sinto saudade do JP bebezinho, que cabia tão confortável no meu colo. Cada coisa que seu bebe faz, um sorriso involuntário (nessa fase são movimentos involuntários da face, mas pra mim sempre foi sorriso) é motivo para esquecer toda a dificuldade que se tem. Me peguei várias vezes admirando o João Pedro e agradecendo a Deus por me dar um filho tão saudável e perfeito.

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Se eu pudesse voltar ao tempo do dia que meu filho nasceu, teria feito apenas uma coisa diferente: registrado mais momentos dele!!!!!!!! Desde que ele nasceu tiro fotos dele, mas hoje eu vendo essas fotos acho que teve momentos que eu perdi de registrar. Uma dica para você que está para ter seu filhote: registre tudo o que seu filho faz! Nos momentos que você achar que não irá dar conta de desempenhar a tarefa de ser mãe, volte e olhe essas fotos!! Isso te dará forças para continuar.

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Eu estou aprendendo a ser mãe diariamente. Cada dia que passa é um aprendizado novo. E a cada dia que vivermos aprenderemos um pouco mais. Não existe escola para formação de mães, não existe curso que ensina a cuidar de um filho! O que existe são experiências que passamos dia-a-dia. Aproveite cada dia do seu filho, será único! E acreditem quando dizerem que o tempo não passa, voa!!!!!! Parece que foi ontem que JP nasceu e hoje ele já tem 8 meses. Sinto saudade dele pequeno, com aquela carinha inchada, dele se acomodar no meu colo e dormir. Isso ficará nas lembranças, então viva cada minuto ao lado do seu pimpolho. Cada fase é especial e tem suas dificuldade, mas acredite que dentro de você existe uma força que ainda desconhece. Uma força que vai te dar toda a segurança para desempenhar esse papel. Acredite no seu potencial e tenha em mente que o que estamos fazendo é ser a melhor mãe que nossos filhos podem ter.

Um beijo

05 dez
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O que você precisa saber sobre as Cólicas em bebes

 

Uma das coisas que toda mãe não suporta é ver o sofrimento do seu pequeno ao sentir uma dor tão incomoda como são as cólicas. Infelizmente, todo bebê passa por essa fase (alguns mais intensamente e outro quase imperceptível).

Geralmente, costuma chamar de cólica o choro incontrolável do bebê saudável. Os bebes choram para se comunicar, quando precisam de alguma coisa. Enquanto recém nascidos eles choram porque tem fome (a grande maioria das vezes), se a fralda está suja, se sentem calor ou frio, ou porque sente cólica ou gazes. A grande diferença entre o choro de uma cólica é que mesmo tentando acalmar, o bebe não para de chorar.

As cólicas podem aparecer por volta da segunda ou terceira semana de vida do bebe, mas há casos que aparece antes ou bem depois. JP mesmo teve cólica no terceiro dia de vida, nada muito forte (ele teve poucas crises de cólicas). Por volta de 6 semanas geralmente ocorre a maior incidência. Elas costumam acabar por volta de três a quatro meses de vida e não é uma doença em causa danos mais graves ao bebe.

A grande maioria dos especialistas e pediatras acreditam que ocorrem as cólicas por imaturidade do sistema digestivo do bebe, fazendo a barriguinha doer em reação a alguma sustância do leite materno ou fórmula artificial e causando contrações intestinais fora do ritmo.

Não é muito difícil identificar uma crise de cólica. Além do choro incontrolável, o bebe pode arquear as costas e encolhe as perninhas e soltar puns quando chora.

Apesar de ser dolorido ver o choro incontrolável dos nossos pequenos durante uma crise de cólicas, podemos ajudar a melhorar os sintomas:

– Fazendo massagens circulares na barriguinha do bebe, no sentido horário, auxiliando os gazes a serem eliminados. Fiz muita massagem no JP, com um óleo vegetal e ajudou muitoooooo. Tinha dia que era fazer a massagem e o choro parar. Uma boa dica é a massagem Shantala, pois além de criar um vínculo maior entre mamãe e bebe ajuda também na eliminação dos gazes.

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– Fazer movimento de bicicleta com as perninhas do bebe, para estimular a evacuação. Independentemente de estar ou não com cólicas, fazer esse movimento durante o dia ajuda muito no funcionamento intestinal do bebe.

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– Colocar o bebe para arrotar em toda a mamada. Deixe ele elevado na posição de arrotar durante alguns minutos, pois pode ser que demore um pouco para arrotar. Os bebes são diferentes uns dos outros, assim pode ser um bebe consiga arrotar logo e outro demore bem mais para conseguir.

– Se amamenta no peito, deixe a cabeça do bebe mais elevada ao mamar e verifique se ele está pegando corretamente o peito, evitando assim a entrada de ar e consequentemente os gazes. Se o bebe mama na mamadeira, procure sempre deixa-la bem elevada e o bico preenchido de leite, verificar se o furo não está grande demais e procurar por bicos que ajudam a diminuir a entrada de ar.

– Fazer compressa de água quente. Mas atenção: tenha muito cuidado ao manusear uma bolsa de água quente no bebe! Eles tem a pele extremamente delicada, use sempre uma fralda ou toalha entre a bolsa e a barriguinha do bebe. Ganhei da minha mãe uma bolsa térmica de sementes para usar nas crises de cólica, basta aquecer alguns segundos no microondas e está pronto para usar. Usei muito com o JP uma fralda aquecida por alguns segundos no microondas, colocava entre a minha barriga e a barriguinha dele e andava com ele pela casa. Se tiver um sling fica bem melhor, pois simula o ambiente que eles mais conhecem e se sentem confortáveis: o útero.

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gominhos Bolsa térmica com sementes.

– Mudar a sua alimentação. Corte os alimentos que causam gazes em você (como por exemplo feijão, brócolis, couve-flor, repolho, cebola, refrigerante, chocolate e comidas apimentadas). Há pediatras que defende que nada altera a alimentação da mãe com as cólicas do bebe, porém comigo foi no alvo: bastou cortar esses alimentos e as cólicas o JP diminuir e muito. Na época de crises de cólicas do JP pesquisei muito em relação a alimentação e acabei descobrindo que alimentos ácidos e cítricos também podem causar cólicas no bebe. Mas preste muita atenção: enquanto amamentamos temos que nos alimentar muito bem, cuidar mesmo da nossa alimentação. Procurei uma nutricionista que me ajudou muito a montar um cardápio. Mas a orientação que posso dar é prestar atenção ao que come, se determinado alimento que comeu fez ou não o seu bebe ter cólica (não podia comer mel, era só comer e JP chorar de dor, tadinho). Isso vale para o leite e derivados, já que alguns bebes podem apresentar uma certa intolerância a lactose.

– Em último caso, use a medicação para ajudar a eliminar os gazes com a orientação do pediatra. Há quem condene o uso da Funchicória, pois sua segurança e eficácia não foram comprovadas e assim o governo proibiu seu uso. Converse com seu pediatra a respeito do uso. Eu usei com JP e acalmava muito e aliviava as dores.

 

Não é fácil as primeiras semanas com o bebe em casa. É uma fase em que a mãe está muito sensível por conta dos hormônios que ainda estão totalmente loucos (e como são!!!) e o bebe chora muito. Um conselho que dou é pedir ajuda, não ter vergonha de pedir ajuda. Se perceber que não aguenta mais, peça para alguém ficar com o bebe e simplesmente faça outra coisa: um passeio, dormir ou simplesmente se trancar dentro de um quarto longe de tudo. Apesar de parecer que é uma eternidade, o choro e as noites em claro por conta das cólicas passam, não são eternas. Por mais difícil que seja, aproveite cada fase do seu bebe. Passa muito rápido e quando menos percebemos, tudo isso já acabou.

Espero ter ajudado um pouco.

Beijos

04 dez
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O bebê chegou, e agora?

 

Se passaram nove meses da confirmação da gravidez até a data tão sonhada pelas mães: o dia que iremos conhecer nosso bebê. Esse dia é esperado e sonhado por todas nós.

Imaginamos como será seus olhos, seu cabelo, se será parecido com o pai ou a mãe, enfim, nos vemos o tempo todo com nosso filho no colo.

Então, chega o dia. O bebê nasce e vira aquela festa!! Recebemos visitas no hospital, a família e amigos todos querem dar boas vindas ao bebê e desejar felicidades a nova família que se formou.

Enquanto ainda estamos no hospital estamos constantemente recebendo os cuidados dos enfermeiros e médicos, controlando a medicação e horários de banhos do recém nascido. Conseguimos descansar pois tem sempre alguém nos ajudando e dando o suporte necessário. Chega o dia da alta médica e nos vemos num emaranhado de dúvidas: e agora, como será?

Primeiramente, calma!!!!!! É normal nos sentirmos perdidas e inseguras. E são nessas horas que contamos com a ajuda de quem já passou por essa experiência para nos ajudar.

Esteja preparada para dias caóticos e difíceis, pois você e seu bebê ainda estão se conhecendo e um se adaptando a rotina do outro. Mas ao mesmo tempo se prepare para momentos únicos de carinho e ternura. Sim, ter um recém nascido em casa é muito prazeroso mesmo sendo trabalhoso.

A primeira dica é ter em casa um estoque de aperitivos para servir as visitas, já que quando voltamos para casa estamos ainda nos adaptando a nova rotina e recuperando do parto e serão dias que todos irão querer dar as boas vindas ao nosso bebê. Não precisa ser algo sofisticado, basta que seja prático de servir.

Recém nascidos ainda são muito sensíveis a tudo o que nos cerca. A recomendação é que se evite que outras pessoas peguem, beije, fale muito perto deles, use perfume ou fume na presença do recém nascido, sendo recomendado que eles fiquei no quarto deles sem contato com outras pessoas. Infelizmente, nem todo mundo entende muito bem que não se pode ficar pegando o bebê, pois ele ainda não tem o sistema imunológico forte o suficiente. O legal, para não gerar conflitos e nem a mamãe se passar por chata, é ter sempre perto álcool em gel e pedir para as visitas usarem antes de pegar o bebê. No caso de beijar, vale ainda se passar por chata e não deixar, pois nessa fase é muito fácil a contaminação por vírus e bactéria que podem causar um problema maior.

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A amamentação no início é difícil. Até que o bebê pegue a mama corretamente se torna um pouco doloroso. Algumas mães sentem mais outras menos, mas o começo é doloroso. É recomendado que se amamente em local tranquilo e confortável tanto para a mãe quanto para o recém nascido. Esse tem que ser o momento dos dois, um momento calmo que envolve muito amor e ternura. Os primeiros dias amamentando foram muito ruins para mim, senti muiiiita dor nas mamas e tive rachaduras no bico. Mas até que conseguimos fazer a pega certa e entramos em sintonia na hora das mamadas, foi um momento mágico!! É indescritível a sensação de ver seu filho olhando nos seus olhos enquanto você o alimenta.

Na minha opinião a primeira semana é a mais difícil, pois você tinha uma rotina e logo se vê sem consegui fazer praticamente nada do que antes fazia. Não tem hora para dormir, para comer ou tomar banho e ainda tem que lidar com choros e trocas de fraldas. Fora que todos irão querer te visitar e, mesmo cansada por passar a noite em claro, tem que receber a todos.

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Recém nascidos dormem bastante, passam praticamente o dia dormindo. Os primeiros dias de vida os bebês praticamente comem e dormem. Porém, eles ainda não tem uma rotina definida, não tem horários ainda. As mamadas são em intervalos curtos, já que o seu estomago é pequeno e não cabe um volume grande de leite (o leite materno é de rápida digestão, fazendo com que esvazie rápido o estomago), fazendo com que seja solicitado o peito frequentemente. Independente de estar recebendo visita ou não, sempre que o bebê dormir aproveite também para descansar. Ajudará muito a superar os dias cansativos.

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Não descuide dos primeiros cuidados do bebê: vacinas, exames, cuidados com o coto umbilical. E principalmente, não se descuide: se alimente bem, beba muito líquido e mantenha a calma. Quando tive o JP, na maternidade não foram feitos nenhum exame e tive que fazer tudo assim que tive alta: teste do pézinho, teste da orelhinha e do olhinho, fora as vacinas. São cuidados fundamentais e que previne seu bebê de doenças muito perigosas. Uma dica boa é já ter um pediatra antes do parto e tirar todas as dúvidas antes, para que assim que o bebê nascer já ter tudo organizado.

Algumas dicas que eu acho que são fundamentais nesses primeiros dias:

– Ter um lugar para amamentar: Não precisa ser necessariamente a poltrona de amamentação, pode ser um lugar onde você se sinta confortável para amamentar.

– Ter um lugar seguro para as trocas de fraldas: Pode ser um trocador, na cama, enfim um lugar que seja seguro para as trocas (que serão muitas). Tenha sempre perto tudo o que precisa (fraldas, lenços umidecidos ou algodão e água morna, pomada de assadura) para evitar que o bebê fique sozinho.

– Dormir sempre que possível. O bebê dormiu, durma. Por mais que seja pouco, durma. Delegue poderes para o pai, a avó, a tia, a amiga. Todos vão te ajudar e aproveite para descansar.

– Se alimente, se hidrate. Cuide da alimentação evitando alimentos que possam dar cólica no bebê e ingerindo alimentos saudáveis. Beba no mínimo dois litros de água ou outro líquido por dia, pois além de se hidrata ajudará a ter mais leite. Tome bastante chá de camomila, pois além de hidratar ainda ajuda a nos acalmar.

– Não tenha vergonha de pedir ajuda. Chame o pai para ajudar com o bebê, além de estar contribuindo estará criando laços com o filho.

– Evite lugares com muita aglomeração de pessoas até o terceiro mês ou até as principais vacinas, para que não corra o risco de exposição a vírus e bactérias.

– Esterilize e lave tudo o que for ter contato com o bebê.

– Colocar o bebê para arrotar após todas as mamadas. Deixar ele dormir de ladinho ou de bariga para cima.

– Converse, cante para seu bebê. Sua voz é a que ele conhece desde o útero e que o acalma.

– Respire. Tudo passa e logo você e seu bebê estarão em perfeita sintonia.

 

Bom, são algumas dicas sobre os primeiros dias do bebê em casa. Passei por essa experiência e “sobrevivi” kkkkkk

Espero ter ajudado e qualquer dúvida ou sugestão, estou aqui para compartilhar.

Beijos

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